O Wuling HongGuang Mini EV é um micro carro elétrico bem conhecido fora da China, apesar de não ser vendido além das fronteiras do gigante asiático.

Contudo, ele chama atenção por ser muito barato e ter colocado a SAIC-GM numa boa posição no mercado de carros elétricos na China. Mas, isso tem um preço e não são os R$ 21,3 mil de seu preço correspondente naquele país.

O pequenino carro da GM, que tem volume de vendas cada vez maior por lá, tem baixa lucratividade para o fabricante. Segundo fontes internas, a SAIC-GM-Wuling estaria ganhando somente 89 yuans por carro vendido.

Isso dá cerca de R$ 71,00 em conversão direta. É muito pouco, mesmo para a China, porém, a GM não está exatamente saindo no prejuízo. Em realidade, ele ainda o retorno do investimento.

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Com a escala de produção ainda baixa, a montadora ainda não reduziu os custos de produção e da bateria, mas isso deve acelerar na medida que os volumes forem aumentando. Só para 2022, a GM pretende produzir um milhão de unidades do Mini EV e derivados.

Isso sem dúvida produzirá uma redução generosa no custos de produção e aumento da lucratividade de cada carro. Mas, a GM também ganha de outro lado, nos créditos de emissão de carbono da China.

Lá, para cada 3.000 yuans em créditos obtidos pelo consumidor, dois yuans vão para o fabricante. Nesse caso, R$ 1,59 milhão entrarão na conta da empresa, no próximo ano.

China: GM ganha R$ 71,00 por carro elétrico vendido pela Wuling

Outras empresas do setor, como Tesla, Renault e Nissan, usam créditos de carbono para obter mais dinheiro, especialmente com a venda dos mesmos a terceiros, gerando uma renda extra sem necessariamente sair do lucro de cada carro.

Na China, a GM já expandiu a produção desse carrinho, que tem agora  a companhia de um equivalente da Baojun. Limitado a 100 km/h e com autonomia de até 177 km, o Wuling Mini EV continua um sucesso por lá.

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