Reforço na geração de renda e formalização do artesanato de Brasília – Agência Brasília

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“A carteira é um símbolo de demonstração e reconhecimento pelo que vocês produzem para o Distrito Federal”Governador Ibaneis Rocha

Aos 50 anos de idade, sendo metade deles como artesã, Idalete Silva, a Dadá, deu um passo importante, nesta terça-feira (26), para o avanço da sua carreira. Presidente do Instituto Maria do Barro, em Planaltina, ela coordena um coletivo de 32 mulheres que enfrentavam uma restrição na participação de exposições e feiras representadas pela Secretaria de Turismo do Distrito Federal.

Agora formalizada como artesã master, Dadá está entre os 200 profissionais que receberam do Governo do Distrito Federal (GDF) a Carteira Nacional do Artesão. O documento gratuito, válido em todo o território nacional, auxilia na formalização da atividade artesanal, proporcionando aos seus portadores acesso a cursos de capacitação, feiras e eventos no Brasil e no exterior.

As 32 mulheres do coletivo do Instituto Maria do Barro estavam entre os artesãos contemplados com a carteira que permite a participação em exposições e feiras representadas pela Setur-DF | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

A entrega foi feita pelo governador Ibaneis Rocha, em solenidade no Palácio do Buriti. “A carteira é um símbolo de demonstração e reconhecimento pelo que vocês produzem para o Distrito Federal”, declarou Ibaneis, que propôs a realização de uma exposição das peças dos artesãos na sede do Executivo.

12,4 mil artesãos estão registrados no DF, 4.557 deles com carteiras ativas

“O governador incentiva para que a gente faça a diferença na vida dessas pessoas. Que levem esses talentos a vários lugares, dando a elas a chance de comercializar e produzir em escala”, acrescentou a secretária de Turismo, Vanessa Mendonça.

A tutela do artesanato no DF é de responsabilidade da Secretaria de Turismo. Por meio da Lei nº 6.924, de 29 de julho de 2021, passou-se a ter um programa local específico para desenvolver, qualificar e promover a atividade como instrumento de trabalho e empreendedorismo.

“A carteira é o passaporte para a participação em feiras e exposições. Com ela, agora, poderemos mostrar nosso trabalho do coletivo de mulheres, aumentando nossas vendas e gerando mais renda a essas 32 famílias que vivem do artesanato”, contou a artesã Dadá.

Atualmente, o DF tem registrados cerca de 12,4 mil artesãos no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro. Desses, 4.557 com carteiras ativas tiveram um faturamento de R$ 1,7 milhão entre janeiro de 2019 e setembro de 2021. O grupo de profissionais formalizados estimulou a economia criativa do DF em 104 eventos, incluindo rotas comerciais e lojas colaborativas.



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