Plano de vigilância de doenças e cadeia de suínos em debate – Agência Brasília

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Extensionistas da área animal da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF) participaram de palestra técnica sobre o Plano Integrado de Vigilância de Doenças dos Suínos, que revisa normas do Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura (Mapa). Durante o encontro, realizado por meio de parceria entre a Emater-DF e a Secretaria de Agricultura, foram abordadas questões sobre o cenário atual do Distrito Federal e também sobre a cadeia de suínos caipiras.

A palestra informou os extensionistas sobre a nova norma, para que eles possam transmitir com propriedade os conhecimentos para os produtores | Foto: Divulgação/Emater-DF

Publicado em julho deste ano, o plano integrado visa fortalecer a capacidade de detecção precoce de casos de Peste Suína Clássica (PSC), Peste Suína Africana (PSA) e a Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos Suínos (PRRS), bem como demonstrar a ausência das doenças em suínos domésticos. De acordo com informações do Mapa, o Brasil é o quarto maior produtor mundial de carne suína, com um rebanho de mais de 40 milhões de animais.

“Esse tipo de encontro técnico é muito importante para que haja uma maior interação entre os órgãos e para que a gente trabalhe juntos, no intuito de orientar os produtores e aperfeiçoar a criação de suínos, principalmente os caipiras”, ressalta a médica-veterinária e extensionista da Emater-DF Camila Ribeiral, coordenadora de Avicultura e Suinocultura da empresa.

As palestras foram ministradas nessa quarta-feira (3), na sede da Emater-DF, pelos técnicos da Seagri Leonardo Grain de Oliveira e Wilson Gustavo Monteiro. Com uma legislação recente, a discussão do tema é uma forma de garantir que os extensionistas saibam tudo sobre a nova norma e possam transmitir com propriedade os conhecimentos para os produtores, assegura Camila.

“A gente trabalha prevenindo essas doenças, ensinando aos produtores medidas higiênico-sanitárias e de boas práticas agropecuárias, que evitam prejuízos e problemas nessa cadeia”, acrescenta. Segundo ela, quando há alguma das doenças informadas no plano integrado no rebanho de alguma propriedade rural, a notificação é obrigatória e o alcance negativo vai muito além do Distrito Federal.

*Com informações da Emater-DF



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