Parque Ecológico da Asa Sul ganha Jardim de Plantas Medicinais – Agência Brasília

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A implantação do Jardim de Plantas Medicinais no Parque Ecológico da Asa Sul conta com apoio da Escola de Almas Benzedeiras de Brasília | Fotos: Divulgação/Instituto Brasília Ambiental

O Instituto Brasília Ambiental, por meio do projeto Conexão Verde, realiza, neste sábado (20), das 9h às 12h, no Parque Ecológico Asa Sul, a I Oficina de Plantio do Jardim de Plantas Medicinais. O evento, que tem como público alvo a comunidade vizinha à unidade de conservação, conta com o apoio da Escola de Almas Benzedeiras de Brasília.

De acordo com a coordenadora do Conexão Verde, Rosângela Martines Echeverria, a implantação do Jardim de Plantas Medicinais no Parque Ecológico da Asa Sul marca o início da segunda etapa do projeto, que já contabiliza a implementação de três áreas de cultivo, localizadas nos parques ecológicos Sucupira, em Planaltina, Riacho Fundo e Olhos D`Água (Asa Norte).

Os jardins contam com 25 espécies de plantas medicinais, entre elas alecrim, lavanda, guaco, malvarisco, mil em ramas, artemísia, terramicina, manjericão, aloe vera, funcho, cavalinha, hortelã, orégano, carqueja, mirra, entre outras.

Preservação

O Conexão Verde tem como foco principal a divulgação de espécies do cerrado para uso medicinal, com a finalidade de conservar e preservar o bioma. Também divulga saberes tradicionais, tendo o atendimento às comunidades como um de seus pilares. O projeto ainda é desenvolvido via encontros de bate-papo, com partilhas de conhecimentos sobre plantas medicinais, prática de benzimento e oficinas on-line.

Rosângela Echeverria explica que o Conexão Verde conta com cinco etapas. A etapa 3 de implantação dos jardins medicinais tem a finalidade de envolver a comunidade local com a unidade de conservação, “como um espaço integrativo que conecta a saúde ao meio ambiente, proporcionando o autocuidado por meio de oficinas teóricas.”

“Esse envolvimento da comunidade serve, principalmente, para disseminar o uso de espécies do bioma, incluindo as medicinais, informando o valor econômico agregado a essas espécies identificadas nas próprias unidades de conservação”, ressalta a coordenadora do projeto.

*Com informações do Instituto Brasília Ambiental



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