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    Lições de honestidade e zelo na sala de aula – Agência Brasília


    A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, assinou na manhã desta quinta-feira (9) acordo de cooperação que institui o programa NaMoral nas escolas públicas do Distrito Federal. Braço do programa Cidadão Contra a Corrupção, promovido pelo Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), o NaMoral levará para as salas de aula dos ensinos fundamental e médio lições de probidade e respeito aos recursos públicos.

    “É mostrar para toda a sociedade que estamos preocupados em criar bons valores nos nossos estudantes. Esta proposta tem o objetivo de transformar vidas”Hélvia Paranaguá, secretária de Educação

    Lançar este projeto na Semana de Combate à Corrupção, segundo a secretária Hélvia Paranaguá, tem um significado ainda maior: “É mostrar para toda a sociedade que estamos preocupados em criar bons valores nos nossos estudantes. Esta proposta tem o objetivo de transformar vidas”. Hélvia citou também um trecho bíblico que, para ela, reflete o espírito do NaMoral: “Quero trazer à memória o que me pode dar esperança”.

    A escolha do ambiente escolar não foi por acaso, uma vez que é o local oportuno para formar cidadãos conscientes, ativos e intolerantes à corrupção. “Quando incentivamos esses hábitos, estamos trabalhando para mudar nosso país. Apresentamos o NaMoral durante o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e encantamos a todos. Nosso objetivo é ampliá-lo e levá-lo para todo o Brasil”, frisou Hélvia Paranaguá.

    A procuradora-geral Fabiana Costa Barreto e a secretária Hélvia Paranaguá durante a assinatura do acordo de cooperação técnica, que levará às salas de aula lições de probidade | Fotos: Mary Leal/Ascom-SEEDF

    Atividades desafiadoras

    O conteúdo será trabalhado nas salas de aula por meio da leitura, escrita, cálculo, além da formação de atitudes e valores. Proporcionar reflexões, despertar a integridade individual e coletiva, incentivar ações de cidadania e estimular a responsabilidade dos estudantes são alguns objetivos do projeto.

    “Esta assinatura simboliza também a união do poder público em favor de mudanças fundamentais na sociedade”Fabiana Costa Barreto, procuradora-geral de Justiça do DF e Territórios

    Os alunos são desafiados a partir de ferramentas inovadoras. “Várias atividades e trabalhos são realizados com os estudantes, buscando sempre trabalhar os conceitos da honestidade e integridade. Contamos também com alguns jogos de tabuleiro criados por estudantes voluntários e parceiros de universidades do DF”, explicou a procuradora-geral de Justiça do DF e Territórios, Fabiana Costa Barreto.

    “Esta assinatura simboliza também a união do poder público em favor de mudanças fundamentais na sociedade. Na medida em que trabalham de braços dados para darem suporte e fazerem acontecer propostas tão fundamentais para todos”, ressaltou a procuradora-geral.

    Mudanças no ambiente escolar

    Em 2019, o Centro de Ensino do Lago Norte (Celan) participou da edição piloto do projeto e saiu vitorioso nos desafios que envolviam iniciativas como plantar árvores, recolher lixos e até mesmo a consolidação de um espaço, denominado de Praça da Honestidade.

    “Tínhamos muitos problemas internos e alunos desmotivados. Quando iniciamos as atividades do NaMoral, observamos em pouco tempo uma mudança muito grande na conduta dessas crianças”Rebeca Santos, professora do Celan

    Professora do Celan, Rebeca Santos participou do projeto e contou o quanto a escola mudou após a ação. “Tínhamos muitos problemas internos e alunos desmotivados. Quando iniciamos as atividades do NaMoral, observamos em pouco tempo uma mudança muito grande na conduta dessas crianças. Foi muito especial e importante participarmos”, observou.

    O projeto era trabalhado com alunos do 8° e 9° anos do ensino fundamental. Entretanto, segundo a professora, ao final toda a escola estava envolvida nas ações. “Foi muito gratificante ver todos empolgados em participar e fazer as mudanças acontecerem. Nossos alunos eram carentes de princípios e valores, mas muita coisa mudou”, reforça Rebeca.

    O coordenador regional de ensino de Ceilândia, Carlos Ney Menezes, esteve presente no evento e já planeja os trabalhos que serão realizados nas unidades da região administrativa. “Todos os projetos que acrescentam e contribuem para a segurança e valores dos nossos alunos são bem-vindos. Já estamos analisando como vamos trabalhar esses conceitos e conteúdos nas nossas escolas. Ansiosos para vermos os resultados acontecerem”, afirmou.

    Luta contra a corrupção

    O programa Cidadão Contra a Corrupção, iniciado por meio do projeto NaMoral, busca, entre outros objetivos, implementar o compromisso assumido pelo Brasil desde 2005, de fomentar a participação ativa de pessoas e grupos na prevenção e luta contra a corrupção.

    *Com informações da Secretaria de Educação do DF



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